Este blog foi criado para compartilhar as experiências de leitura com meu filho, hoje com 10 anos, e mostrar que despertar o gosto pelos livros não é um bicho de sete cabeças.
terça-feira, 25 de abril de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Das gratas surpresas de se ler em família
Das gratas surpresas de se ler em família
Oi, família!
Hoje quero compartilhar uma experiência de leitura com meu filho que foi muito interessante.
Há um tempo atrás, meu filho devia ter uns seis anos, comprei um livro para ele chamado “O menino entregador de jornais”.
A história conta a rotina de um menino que levanta, ainda de madrugada, para entregar jornais nas casas, montado em sua bicicleta e acompanhado de seu cãozinho.
De imediato chamam a atenção as ilustrações belíssimas ( parece que coloridas com giz de cera), especialmente no que diz respeito à representação das casas e da natureza, cujo ponto máximo se vê na representação do amanhecer, com um colorido todo especial. Mas, o que chamou mesmo a atenção de meu filho foi o fato de o menino da história, tão novinho, já trabalhar: o garoto sai de madrugada, enquanto os pais ainda estão na cama, e a irmã menor assiste à tevê na sala. Explico que a realidade retratada no livro não é igual à de nosso país: trata-se de uma realidade estrangeira, muito embora tenhamos entregadores de jornais em nossa cidade, mas dificilmente crianças.
O fato é que até hoje ( meu filho está com dez anos) volta e meia tenho de reler essa história para ele. Bem, foi numa dessas vezes que me dei conta de um dado que me deixou admirada: descobri que o mesmo autor do livro era autor de outro que meu filho também adora “As aventuras do Capitão Cueca”. Quando fiz a descoberta, imediatamente compartilhei-a com meu menino e, a partir disso, discutimos que o mesmo autor é capaz de produzir histórias de gêneros completamente diferentes.
Mais tarde, sozinha, fiquei pensando no porquê de alguns autores tocarem tanto as crianças ( ou algumas delas)- trata-se de alguém que entende bem o universo infanto-juvenil.
Essas são as surpresas que a leitura em família nos traz.
Fica a dica: para quem quiser ler esses livros para seus filhos em casa, saiba mais acessando os links abaixo.
Até a próxima postagem.
http://livraria.folha.com.br/livros/livrinhos-infantis/menino-entregador-jornal-dav-pilkey-1149817.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/As_Aventuras_do_Capit%C3%A3o_Cueca
Hoje quero compartilhar uma experiência de leitura com meu filho que foi muito interessante.
Há um tempo atrás, meu filho devia ter uns seis anos, comprei um livro para ele chamado “O menino entregador de jornais”.
A história conta a rotina de um menino que levanta, ainda de madrugada, para entregar jornais nas casas, montado em sua bicicleta e acompanhado de seu cãozinho.
De imediato chamam a atenção as ilustrações belíssimas ( parece que coloridas com giz de cera), especialmente no que diz respeito à representação das casas e da natureza, cujo ponto máximo se vê na representação do amanhecer, com um colorido todo especial. Mas, o que chamou mesmo a atenção de meu filho foi o fato de o menino da história, tão novinho, já trabalhar: o garoto sai de madrugada, enquanto os pais ainda estão na cama, e a irmã menor assiste à tevê na sala. Explico que a realidade retratada no livro não é igual à de nosso país: trata-se de uma realidade estrangeira, muito embora tenhamos entregadores de jornais em nossa cidade, mas dificilmente crianças.
O fato é que até hoje ( meu filho está com dez anos) volta e meia tenho de reler essa história para ele. Bem, foi numa dessas vezes que me dei conta de um dado que me deixou admirada: descobri que o mesmo autor do livro era autor de outro que meu filho também adora “As aventuras do Capitão Cueca”. Quando fiz a descoberta, imediatamente compartilhei-a com meu menino e, a partir disso, discutimos que o mesmo autor é capaz de produzir histórias de gêneros completamente diferentes.
Mais tarde, sozinha, fiquei pensando no porquê de alguns autores tocarem tanto as crianças ( ou algumas delas)- trata-se de alguém que entende bem o universo infanto-juvenil.
Essas são as surpresas que a leitura em família nos traz.
Fica a dica: para quem quiser ler esses livros para seus filhos em casa, saiba mais acessando os links abaixo.
Até a próxima postagem.
http://livraria.folha.com.br/livros/livrinhos-infantis/menino-entregador-jornal-dav-pilkey-1149817.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/As_Aventuras_do_Capit%C3%A3o_Cueca
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Quando lemos desde cedo para nossos filhos, mais do que estimular o gosto pela leitura, estabelecemos laços de afeto
Oi, gente.
Fazia bastante tempo que não
aparecia por aqui para trocar umas ideias com vocês.
Na última postagem, falei sobre a
importância de começarmos a ler para nossos filhos desde que eles estão lá em
nossa barriga, no bem bom.
Lembram?
Quando nossos filhos estão
maiorzinhos, com 1 ano e meio já dá, vale a pena introduzir livros que
contenham rima, abinhas de puxar e pop-up (aqueles com dobraduras que saltam
das páginas, à medida que as abrimos.)
Meu filho, por
exemplo, adorava dois livros da autora Claudia Bielinsky (Cia da Letrinhas), cujo personagem central,
um cachorrinho muito fofo, procura beijinhos pela casa toda ( embaixo do
edredom, dentro do armário, atrás da cortina). Enquanto lemos o texto, junto
com a criança, vamos levantando o edredom ( todo de papel), abrindo as portas
dos armários, levantando cortinas, ajudando o cachorrinho a procurar os
beijinhos e, nessa busca, conceitos importantes como família, casa, pais,
irmãos vão sendo trabalhados. Aliás, considero a escolha do conteúdo fundamental: às vezes o livro é mais forma do que conteúdo: muito som, cor, imagem, mas o texto deixa a desejar. Então, uma leitura prévia do material é uma boa prática a ser adotada, pois já estamos formando um futuro leitor. Lemos muitas e muitas vezes esse livro da Cláudia e outro da
mesma coleção , o Esconde-esconde na escola.
Livros desse tipo, chamados livros-brinquedo,
são muito atraentes nessa faixa de idade; isso sem falar no texto escrito em
forma de poesia ( o jogo sonoro de palavras atrai muito as crianças pequenas).
Nessa fase, devemos estar preparados para ler e reler muitas e muitas vezes o
mesmo livro para os pequenos, pois adoram a repetição. Vale a pena
insistir, pois o resultado compensa, sem falar no quanto de carinho, afeto e
amor trocamos com nossos filhos nesses momentos de leitura em família.
Sempre trabalhei fora– sou
professora e cheguei a trabalhar três turnos– mas nunca deixei de ler para meu
filho, especialmente antes de colocá-lo para dormir. Às vezes, eu chegava
cansada do trabalho e pensava em “pular “ a leitura daquela noite. Mas a
lembrança dos momentos afetuosos, lúdicos e prazerosos de leitura junto com meu
menino me encorajava a pegar o livro e seguir em frente. Sentava na poltrona,
antes usada para a amamentação, colocava meu filho em meu colo, envolvendo-o em
meus braços, e , nas mãos, sempre um livro a guiar nossos “momentos literários
“. Tenho certeza de que foram guardados com carinho por meu filho
também, porque, certa vez, na escola, quando perguntado sobre as situações em
que mais gostava de estar comigo, respondeu que era quando eu o colocava para
dormir e lia para ele.
Viram só? Ler para os filhos desde
sempre vale muito a pena!
Beijos e até o próximo post!
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Livros com rimas e abinhas de puxar: alegria da criançada!
Oi, gente.
Fazia bastante tempo que não aparecia por aqui para trocar umas ideias com vocês.
Na última postagem, falei sobre a importância de começarmos a ler para nossos filhos desde que eles estão lá em nossa barriga, no bem bom. Lembram? Se não, basta conferir na postagem anterior.
Quando nossos filhos estão maiorzinhos, com 1 ano e meio já dá, vale a pena introduzir livros que contenham rima, abinhas de puxar e pop-up (aqueles com dobraduras que saltam das páginas, à medida que as abrimos.
Meu filho, por exemplo, adorava dois livros da autora Claudia Bielinsky ( Cia da Letrinhas), cujo personagem central, um cachorrinho muito fofo, procura beijinhos pela casa toda ( embaixo do edredon, dentro do armário, atrás da cortina). Enquanto lemos o texto, junto com a criança, vamos levantando o edredom ( todo de papel), abrindo as portas dos armários, levantando cortinas, ajudando o cachorrinho a procurar os beijinhos e, nessa busca, conceitos importantes como família, casa, pais, irmãos vão sendo trabalhados. Lemos muitas e muitas vezes esse livro e outro da mesma coleção (Esconde-esconde na escola). Livros desse tipo, chamados livros-brinquedo, são muito atraentes nessa faixa de idade; isso sem falar no texto escrito em forma de poesia ( o jogo sonoro de palavras atrai muito as crianças pequenas). E
Fazia bastante tempo que não aparecia por aqui para trocar umas ideias com vocês.
Na última postagem, falei sobre a importância de começarmos a ler para nossos filhos desde que eles estão lá em nossa barriga, no bem bom. Lembram? Se não, basta conferir na postagem anterior.
Quando nossos filhos estão maiorzinhos, com 1 ano e meio já dá, vale a pena introduzir livros que contenham rima, abinhas de puxar e pop-up (aqueles com dobraduras que saltam das páginas, à medida que as abrimos.
Meu filho, por exemplo, adorava dois livros da autora Claudia Bielinsky ( Cia da Letrinhas), cujo personagem central, um cachorrinho muito fofo, procura beijinhos pela casa toda ( embaixo do edredon, dentro do armário, atrás da cortina). Enquanto lemos o texto, junto com a criança, vamos levantando o edredom ( todo de papel), abrindo as portas dos armários, levantando cortinas, ajudando o cachorrinho a procurar os beijinhos e, nessa busca, conceitos importantes como família, casa, pais, irmãos vão sendo trabalhados. Lemos muitas e muitas vezes esse livro e outro da mesma coleção (Esconde-esconde na escola). Livros desse tipo, chamados livros-brinquedo, são muito atraentes nessa faixa de idade; isso sem falar no texto escrito em forma de poesia ( o jogo sonoro de palavras atrai muito as crianças pequenas). E
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Incentivar o filho a ler: prática constante e que deve começar desde cedo
Muitos pais se perguntam sobre o que fazer para incentivarem os filhos a ler.
Pra começo de conversa, isso não deve ser uma atitude compulsória ou protocolar. É importante, em primeiro lugar, gostar de ler; isto é, o pai ( entenda-se mãe e pai) deve, de antemão, ser um amante dos livros, pois, se não for, como conseguirá entusiasmar seus filhos?
Leio para meu filho, o Rafa, desde que ele era bebê: sabe aqueles livros de banho, que têm as páginas de plástico? Eu levava para a banheira e, enquanto dava banho nele, ia folheando as páginas e dizendo o nome dos objetos que apareciam desenhados. Com o tempo, o Rafa mesmo virava as páginas e, quando já falava, dizia do jeito dele: " catamalã", para catamarã, um tipo de embarcação. E assim, meio brincando e tomando banho, meu filho foi aprendendo o que era um livro, por onde ele era aberto e ampliando o vocabulário dele. Pode parecer pouco, mas, observando algumas crianças na escola onde trabalho, muitas não sabem o que é uma capa e nem como devem manusear o livro.
Fica a dica: comece a ler desde cedo para seus filhos e procure escolher livros adequados à faixa-etária e interesse deles.
Até a próxima postagem!
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Sinta-se convidado !
Se você tem uma história bacana para contar de um momento de leitura seu com seu filho ou de um livro que foi importante para você, ou ainda com seus pais ou avós, mande seu texto para nós, pelo e-mail paisleitores@outlook.com ,
que a publicaremos aqui no blog.
Se tiver foto do livro ou desse momento, pode anexar.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Projeto Pacto pela Leitura- formação de pais leitores
Segue o link para a visualização da matéria sobre o projeto desenvolvido na Biblioteca Erico Verissimo da EMEF Leocádia Felizardo Prestes.
Coordenadoras: Professoras Sandra Holleben e Cláudia Presser Sepé
Parabéns a todos os participantes!
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